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Sementes Com Vigor News - Julho

30 de junho de 2026 | Geral



MERCADO NACIONAL RETRAIDO COMO REAGIR E MANTER RESULTADOS?

Para o Ministério da Agricultura (MAPA) e entidades do setor, o mercado brasileiro de sementes iniciou o 1º semestre de 2026 com um cenário de forte dualidade operacional. Embora grandes companhias do setor tenham registrado recordes em carteiras de pedidos, para o CEPEA; o ritmo físico de fechamento de novos negócios nas fazendas está lento. Especialistas observam que: a descapitalização do agricultor, somada à escassez de crédito e juros elevados, fez com que parte dos produtores adiasse as aquisições de insumos para a próxima safra. E é por conta de cenários assim, que a SCV busca mostrar a importancia de investir em semente de qualidade. “Nosso cliente é incentivado a ‘sair na frente’ . Quem investe em qualidade colhe uma produção resiliênte. Claro, que o clima vai impactar, mas nossa experiência prova que qualidade na semente e no manejo, entregam resultado” , explica Pedro Basso, CEO da SCV. No Brasil, a previsão climática trará quebra na colheita; gerando restrição na oferta de sementes comerciais de alta qualidade para o próximo ciclo 2027, informa o MAPA. “Por isso que o produtor, por ter uma margem financeira apertada, precisa buscar assertividade máxima; errar por usar sementes ruins inviabiliza o lucro” , diz Pedro.


Palavra de produtor...

O produtor mudou o seu comportamento, ele não aceita mais o padrão mínimo de germinação exigido por lei; a busca hoje é por alta germinação e vigor rigorosamente avaliado. "Observamos que o produtor tem mudado pouco de variedade por que ele quer plantar o que já lhe é seguro. Assim, ele não tem apostado em variedades novas lançadas no mercado" , avalia, Pedro Basso, CEO da SCV. Esse foi um dos temas debatidos no ENSSOJA 2026, por exemplo, fica claro que diante de margens financeiras tão estreitas, a semente precisa entregar segurança e desenvolvimento resiliente, mesmo sob estresse, ou o custo fixo engole a rentabilidade da fazenda. A SCV e a APASSUL, estavam presentes no maior encontro nacional dos produtores de sementes de soja do Brasil. O evento foi realizado de 6 a 7 de maio, no Hotel Bourbon Cataratas do Iguaçu Resort & Convention, em Foz do Iguaçu/PR. O evnto reúniu os principais líderes, empresas, especialistas e tomadores de decisão da cadeia produtiva para debater inovação, mercado, sustentabilidade e os rumos estratégicos do setor no Brasil.


Redução na área plantada de trigo estimada em 2026?

O setor de trigo passa por uma retração severa no Brasil, liderada quase por completo pelos estados da Região Sul. O desestímulo econômico decorre de uma combinação de altos custos de produção, endividamento prévio das famílias agrícolas e a baixa liquidez do cereal no mercado interno. (SNA)

NÚMEROS DA SAFRA
Conforme a Conab e consultorias privadas, a área cultivada com trigo no Rio Grande do Sul deve cair para cerca de 800 mil hectares (retração de 20% a 23,8% frente ao ciclo anterior). O volume de produção gaúcho deve despencar até 30,6%, caindo para algo próximo a 2,5 milhões de toneladas. Nacionalmente, a área plantada recuará cerca de 17,3% (1,94 milhão de hectares).

E QUAL O IMPACTO AOS PRODUTORES?
A redução drástica do trigo diminui a circulação de capital no inverno do Sul. Produtores optam por deixar a terra em pousio ou plantar apenas cobertura verde, o que piora o fluxo de caixa anual. Para a economia brasileira, o encolhimento da safra nacional forçará um aumento expressivo nas importações de trigo (principalmente da Argentina) para abastecer os moinhos internos, pesando na balança comercial do setor


Palavra de Quem Produz...

"Esse cenário merece uma reflexão mais profunda quanto as opções do produtor. Mas, e se o produtor pensar de forma estratégica a médio e longo prazos? E, ao invés de recuar e focar no manejo de inverno com plantas de cobertura; ele se abrir para enxergar mais longe no horizonte!? Olhar esse cenário negativo de El Ninõ, como uma OPORTUNIDADE de plantar trigo fazendo escolhas por cultivares resilientes que enfrentam melhor a giberela e a intensidade de chuva na colheira! No final, com essa lógica em tempos desafiadores, vai resultar em ganho e resultado. Ir contra a maré por vezes é onde está o pote de ouro” , pondera Pedro Basso, CEO da SCV.


EL NINO - Qual a situação real e os seus impactos para o setor agrícola brasileiro e o RS?

Diferente do esperado no início do ano, quando se projetava a permanência de uma bandeira de La Niña, os modelos da Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) e da MetSul confirmam uma virada climática abrupta no meio de 2026. A La Niña perdeu força rapidamente, abrindo espaço para a formação e consolidação do fenômeno El Niño a partir do final de maio e consolidação ao longo do segundo semestre.

IMPACTO PARA A PRODUÇÃO
No RS, o excesso hídrico em um ano de El Niño acende o alerta para o trigo que está sendo semeado (risco de doenças de espiga, como giberela e brusone e pode atrasar o início do plantio da soja em setembro. Economistas alertam que o aumento de custos com defensivos agrícolas e a perda potencial de qualidade de grãos pressionam o Valor Bruto da Produção (VBP), cuja estimativa geral para a agricultura brasileira em 2026 já aponta retração de 4,5% devido aos preços globais.


Palavra de Especialista...OUTRO CENÁRIO POSSÍVEL

“De acordo com a NOAA, há 82% de probabilidade de ocorrência do El Niño entre maio e julho, e 96% de probabilidade até o período de dezembro de 2026 a fevereiro de 2027. No entanto, há apenas 23% de probabilidade de que ele seja mais intenso do que a média” , analisa o professor Luiz Carlos Molion. EL NINO Qual a situação real e os seus impactos para o setor agrícola brasileiro e o RS? Diferente do esperado no início do ano, quando se projetava a permanência de uma bandeira de La Niña, os modelos da Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) e da MetSul confirmam uma virada climática abrupta no meio de 2026. A La Niña perdeu força rapidamente, abrindo espaço para a formação e consolidação do fenômeno El Niño a partir do final de maio e consolidação ao longo do segundo semestre. (RevistaVeja) IMPACTO PARA A PRODUÇÃO No RS, o excesso hídrico em um ano de El Niño acende o alerta para o trigo que está sendo semeado (risco de doenças de espiga, como giberela e brusone e pode atrasar o início do plantio da soja em setembro. Economistas alertam que o aumento de custos com defensivos agrícolas e a perda potencial de qualidade de grãos pressionam o Valor Bruto da Produção (VBP), cuja estimativa geral para a agricultura brasileira em 2026 já aponta retração de 4,5% devido aos preços globais. 

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Executivos da scv nos Estados Unidos

Hoje, o mundo dos negócios exige conhecimento pontual e capacidade de se renovar e aprender rápido, para lidar com um mercado cada vez mais volátil. "A SCV entende que investir em formação de qualidade para seus profissionais é o primeiro passo para manter a empresa em crescimento e adaptada as mudanças do mercado" , salienta Pedro Basso, Ceo da SCV. Por isso que, do discurso à prática, a SCV não perde tempo. No fim de maio, Pedro Basso e o gerente ADMfinanceiro da SCV, Cristofer de Paula Lisboa, viajaram aos Estados Unidos, para participarem do Módulo Internacional da Formação em Finanças para Executivos da FGV (Fundação Getúlio Vargas), realizado em parceria com o Instituto Financeiro Scott College Business, da Indiana State University. As primeiras atividades foram visitas guiadas onde a turma teve contato com empresas e entidades de alta relevância no A primeira parada foi na CME Gromueprc-adCoh. icago Mercantile Exchange -, principal mercado de derivativos do mundo, composto por quatro bolsas: CME, CBOT, NYMEX e COMEX. Cada bolsa oferece uma ampla gama de índices de referência globais nas principais classes de ativos. A CME Group é a maior bolsa de derivativos do planeta, onde são formados os preços globais de commodities como soja, milho, trigo e carne americana do Brasil, estratégias da gestão de comercialização. A segunda parada foi no escritório corporativo da Bloomberg, em Chicago, que é uma empresa de tecnologia, de dados para o mercado financeiro e uma das maiores agências de notícias operacional em todo o mundo, com sede em Nova York. Após estas visitas, a turma voltou para a cidade Terre Haute, para iniciar a parte acadêmica da formação internacional onde tiveram aulas sobre macroeconomia, fusões e aquisições, o uso de IA em empresas, marketing e negociações.


SCV NOS ESTADOS UNIDOS

Pedro e Lisboa, tiveram contato conhecimento com aulas e discussões em grupo, troca de experiências entre os participantes; tiveram acesso ao aprofundamento do Sistema financeiro EUA x Brasil; sobre análises de cenários para Investimentos, etc. Além disso, o network foi outro diferencial dessa imersão, onde dentro de sala de aula conheceram gestores, empresários e executivos de todo Brasil com vasta experiência em suas áreas de atuação.


SCV NOS ESTADOS UNIDOS

"Foi uma grande experiência. Conheci novos cenários. Tive, acesso a perspectivas diferenciadas de gestão e de mercado" , explica Lisboa. E o assunto mais falado, segundo Lisboa, foi sobre os impactos e mudanças que a A.I. (Inteligência Artificial) já está levando a todos os setores do mercado no mundo inteiro. E claro, o agronegócio não ficou de fora. "A palestra sobre o mercado de tecnologia e inteligência artificial nos trouxe a visão de uma empresa que tem uma profunda análise do mercado financeiro. Ter acesso a estas informações, dados e cenários nos faz aprimorar nossa visão de futuro trazendo essas experiência para o nosso setor" , afirma Lisboa. *(continuação da matéria) O Ceo da SCV, Pedro Basso, ressalta que a formação foi muito completa e fechou com 'chave-de-ouro' com uma palestra para que tivessemos uma visão totalmente externa do setor. "Tivemos uma palestra sobre marketing e bussines automobilístico com Carlo Gancia, que a mais de 40 anos vive a Fórmula Indy" , salienta Basso. Carlo Garcia é presidente da Image Sports Marketing, sediada nos EUA e com subsidiária em São Paulo, representa a categoria IndyCar Series na América Latina. "A palestra foi uma experiência de abrir a mente para ver nosso negócios além dos limites da fazenda" , salientou Pedro. Hoje, o agronegócio exige, além da busca por conhecimento constante, flexibilidade na mudança de decisão e capacidade de adaptabilidade. A SCV entende isso e sabe que seu diferencial são as PESSOAS que abraçam a empresa e elevam cada vez seus limites.


MATO GROSSO DO SUL É MERCADO QUE CRESCE
No dia 15 de abril, a SCV reuniu produtores, consultores e aplicadores, no município de Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, para um treinamento de manejo de excelência. O evento foi marcado por momentos de muita troca real de conhecimento. Dentre os assuntos, a SCV levou experiências reais a campo como as tecnologias Enlist e mistura de tanque, decisões práticas que impactaram direto na eficiência das aplicações e no resultado da lavoura. O encontro contou com a presença do João Batista, coordenador da empresa EqualizaAgro que, juntamente com o Filipe, conduziram palestra sobre mistura de tanques com produtos do Sistema Enlist e também treinamento dos aplicadores para utilizar por completo as ferramentas da biotecnologia conkesta /enlist. Além disso, Batista e Filipe compartilharam insights preciosos os cerca de 30 produtores presentes. “As plantas daninhas estão sendo um desafio crescente e produtores tem ainda receio do uso dos auxinicos como 24D, assim o evento foi para trazer variedades de alto teto produto para eliminar o problema das daninhas com rendimento” , salienta Pedro Basso, CEO da SCV.

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